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sexta-feira, 17 de março de 2017

Mushi Sentai Slyranger - Capítulo 00

Há muitos séculos, quando a Ciência e a Magia eram coisas indistintas, haviam aqueles que se chamavam Alquimistas: que com seus conhecimentos mágico-científicos ajudavam a Humanidade. Porém, um dos membros do Conselho da Alquimia se rebelou contra seus companheiros e quis se tornar o senhor dos Homens. Seu nome era Evee, tido como o mais poderoso Alquimista do Conselho. Munindo-se de seus poderes mágicos e conhecimentos científicos, ele criou seres artificias - parte máquina, parte demônio – ao qual foram chamados Vector.
Criando um exército de Vectors, Evee se auto-proclamou Imperador, e o Império Vector nascia. Sua primeira investida foi contra o Conselho. Os demais Alquimistas estavam em pânico. Nenhum deles tinha poder suficiente para enfrentar o Imperador Evee. Eis que uma pessoa se ergueu na multidão. Era Saag, o irmão mais novo de Evee. Ele dizia conhecer os poderes do irmão, e que podia usar os conhecimentos dele para criar versões boas de Vector.Com o auxílio dos outros alquimistas, Saag criou suas próprias "máquinas vivas", que nomeou de Sly. A diferença entre Vector e Sly era simples: enquanto os primeiros tinham formas geralmente humanoides e eram controladas pela vontade do Imperador, os segundos eram cinco veículos, sendo pilotados por um quinteto de jovens especiais escolhidos por Saag. Os cinco Sly tinham formas insectoides gigantescas, por isso o quinteto recebeu o nome de Esquadrão dos Insetos Slyranger.Uma guerra ferrenha foi travada entre os Sly e o Império Vector. Os bravos Slyranger deram suas vidas num ataque kamikaze contra a base do Império, o castelo flutuante Daishini. Quando se viu derrotado, Evee se enclausurou numa espécie de sarcófago, que só poderia ser aberto por alguém que possuísse a Chave Kuroshi.
- HAHAHAHAHA!!! Bem? Eu estou mais do que bem!! - Ele abriu a palma da mão e disparou um tipo de raio, que atravessou o peito do assistente e o matou. Depois, dizimou toda a equipe da mesma forma. Quando faltava apenas um, ele disse, antes de fulminá-lo com uma rajada de energia - E só mais uma coisa: Meu nome é Eyes, filho do Imperador Evee!! - Jethro, ou melhor, Eyes jogou o cadáver do assistente para longe e se virou para o sarcófago. - Ó pai! Pai! Como fizeram isso com o senhor? Juro-lhe que farei o impossível para libertá-lo desse cárcere!- Você diz que fará o impossível... Será que está pronto para essa missão, filho? - Uma voz misteriosa vinda do caixão começou a responder.
- Sim pai! Sacrificarei minha própria vida se for necessário!

- Sim pai! Sacrificarei minha própria vida se for necessário!- Não desejo sua vida, filho, desejo os seus serviços! Mas, antes de tudo, você deve vestir-se como o príncipe que é!
Uma fumaça densa e negra cobriu o corpo de Eyes. Quando se dissipou, a roupa de exploração usada por Jethro havia desaparecido, e em seu lugar havia agora um conjunto de roupas negras com uma longa capa. Seus cabelos, antes curtos e loiros, agora eram compridos, lisos e enegrecidos. Até mesmo sua pele agora era muito mais pálida.
- Sim... Agora sim mereço o título de Herdeiro de Vector! Obrigado, pai!- Sim, filho. Agora, preciso que você nos tire daqui... Quero que coloque Daishini nos céus!
- Como preferir, pai!
- Hey! Que tremores são esses? Não acontecem terremotos por aqui... - dizia o homem.
- Meu Deus! Eles estão lá dentro, será que houve um desmoronamento? Temos que pedir ajuda!- dizia a mulher de forma aflita.
Quando os dois foram até o jipe para usar o telefone, algo impressionante aconteceu: as areias do Egito se abriram, e uma enorme construção de pedra e metal emergiu das profundezas, elevando-se até os céus, longe demais para ser vista por olhos nus.
- Parece que sim... Mas, o que é isso??
Do céu azul veio uma espécie de esfera metálica pouco maior que um carro, aterrissando ao lado dos dois. A parte superior da esfera se abriu, revelando um trio de criaturas estranhas. Tinham uma cor semelhante à do barro, e uma cabeça parecida com à de um cão, mas com ausência de olhos; estes ficavam próximos ao peito. Tinham longos braços, que terminavam em afiadas garras. O casal não sabia, mas aqueles eram os soldados do Império Vector, os monstros Kallar. Essas criaturas são as mais fracas de todo o Império, mas não pense que isso as torna seres medíocres: os Kallar não tem consciência, só sabem destruir o que seu dono mandar.
Os três monstros foram para cima do casal.
- Fuja Marie! Eu vou tentar detê-los!
- Mas... E você Phinneas?
- Um de nós tem que avisá-lo! Pegue o jipe e vá! Por favor, Marie!
A Doutora Marie compreendeu e foi até o jipe. Phinneas retirou uma pistola de sua cintura e a carregou.
- Adeus, Phin...
- Adeus, Marie...
Enquanto dirigia rumo ao aeroporto, Marie pôde ouvir dois disparos. Talvez ele tenha conseguido matar dois deles, ela pensava. - 

Os três monstros foram para cima do casal.
- Fuja Marie! Eu vou tentar detê-los!
- Mas... E você Phinneas?
- Um de nós tem que avisá-lo! Pegue o jipe e vá! Por favor, Marie!
A Doutora Marie compreendeu e foi até o jipe. Phinneas retirou uma pistola de sua cintura e a carregou.
- Adeus, Phin...
- Adeus, Marie...
Enquanto dirigia rumo ao aeroporto, Marie pôde ouvir dois disparos. Talvez ele tenha conseguido matar dois deles, ela pensava. - Mas o outro vai matá-lo... Eu sei... - Com esse doloroso pesar em mente, Marie partiu.
- Pelo contrário, meu filho. Aqueles humanos poderiam ter acabado com os planos do Império!- Não compreendi, pai.
- Huhuhu, não se preocupe com isso agora, filho... Vá, descanse e recupere a suas energias...- Como desejar, pai...
Depois que Eyes saiu, O enclausurado Imperador começou a divagar em seus próprios pensamentos:- Sim... Está tudo indo como planejei... Condicionar a mente desse tolo para fazê-lo achar que é meu filho foi muito útil, pena que precisarei despachá-lo no fim de tudo. Em breve, eu dominarei a Terra! Sim, agora só o que me resta é cuidar daquele clã que os descendentes de Saag criaram e então o planeta será meu! E meus verdadeiros planos poderão se concretizar...
Algum tempo depois, Marie procurava por informações no laboratório no Japão sobre o paradeiro de um escola.
Para permanecer vivo, ele escondeu a Chave numa outra dimensão, e os séculos passaram...

[Clã Mushi, em algum lugar do Japão...]
Um rapaz travaja uma espécie de roupa ninja toda preta com as mangas e um protetor de boca num tom um pouco mais claro. Ele usava um capuz que lhe cobria o restante do corpo, deixando apenas os olhos à amostra. Na altura do peito do quimono, havia bordado em linhas douradas, a imagem de um inseto.
O rapaz parecia concentrado, com seus olhos fechados. Ele parecia sentir o ar em sua volta. De repente dois vultos aparecem o atacando, cada um de um lado. Ele se defende dos ataques no que os vultos se revelam duas ninjas mulheres com uniformes semelhantes aos dele. Porém, onde era um tom mais desbotado de preto, uma usava amarelo e a outra usava azul claro. A de amarelo o ataca com kunais, mas o rapaz consegue desviar dos ataques. A de azul aproveita a ocasião pra tentar surpreende-lo, mas ele também consegue escapar dando mortais pra trás, parando em posição de defesa.
- Lento demais... – dizia o ninja negro.
No que ele diz isso, um outro ninja, esse com detalhes verdes, salta debaixo do chão e segura seus pés.
- Te peguei! – diz o ninja verde – Não esperava por isso, não é?
- Na verdade, esperava sim... – diz o ninja preto desaparecendo em seguida.
- O-O quê?! – o de verde fica surpreso e se junta às outras duas ninjas.
Os três param encostando suas costas uma na outra. Eles olhavam em volta, atentos para qualquer movimentação, porém, rapidamente eles se veem presos numa rede que se desarma bem abaixo deles. Eles se mexiam sem parar no que o ninja preto olhava de baixo.
- Eu peguei vocês! – diz o ninja.
- Yuu-san, isso não é justo! – reclamava a de uniforme com detalhes amarelos. – você fez uma armadilha!
- Lina-chan, um verdadeiro ninja atrai o seu inimigo até armadilhas. (Sonoda Yuu, Ninja do Clã Mushi – 23 anos)
- Mas nós somos seus companheiros, não inimigos! – diz a garota ainda na rede com os outros. (Migarashi Lina, Ninja do Clã Mushi – 19 anos)
Yuu pega uma arma que era um cabo com duas laminas nas laterais, ele salta e faz um movimento rápido com o braço cortando a rede, os três caem de bunda no chão.
- Ai meu bumbum... – dizia Lina enquanto esfregava a bunda ao levantar.
A ninja de azul era a menor do grupo, ela limpava a sujeira no uniforme e depois abaixa o capuz e a proteção da boca revelando seu rosto. Era linda, tinha uma certa sensualidade no olhar. Os cabelos estavam presos em um coque pra cima, ficando apenas uma franja caída.
- Você precisa ser mais esperta, Lina. – ela dizia. (Takeuchi Naru, Ninja do Clã Mushi – 23 anos)
- Preciso melhorar minha estratégia... – diz o ninja verde revelando seu rosto também. Seus cabelos eram curtos e espetados pra cima. Castanhos e ele retirava um óculos do bolso em sua calça ninja e os colocava no rosto – Os óculos fazem falta também. – dizia ele enquanto os ajeitava na cara. (Hironobu Yasuhiko, Ninja do Clã Mushi – 20 anos)
- Ahhh, tudo o que quero agora é tomar um banho e descansar. – diz Lina espreguiçando-se.
- Não há tempo para descansar, infelizmente. – diz uma voz de trás deles. Os quatro se viram e avistam um senhor já de certa idade, ele trajava um quimono laranja com um colete dourado por cima e uma placa na testa com o desenho de um inseto. Seu cabelo era curto e espetado, de cor castanho bem escuro e tinha uma barbicha. Usava uma maquiagem estilo Ippon-guma – Vocês precisam se fortalecer! (Sensei Mushi, Líder do Clã Mushi – 44 anos)
- Sensei! – dizem os quatro se abaixando em reverencia.
O sensei deles então retira uma espada e a leva ao rosto. No reflexo da espada, podia-se ver os 4 já com o capuz e a máscara na boca. Ele então movimenta a arma como num golpe.

Layer 00 - Prólogo

Nas planícies desérticas do Egito, o Dr. Jethro está com sua equipe de paleontologistas à procura de ruínas perdidas. Nas areias escaldantes, ele finalmente encontra o que procurava: uma estranha passagem coberta por uma pesada pedra, com uma peculiar marca talhada em sua superfície. Mal sabia o doutor que aquela era a marca de Saag, que a havia deixado lá para alertar os curiosos.
Sem saber onde estava se metendo, Jethro adentrou pela passagem e seguiu por um longo túnel até chegar numa imensa câmara, que parecia mortuária. Nas paredes, desenhos que contavam a história de Vector. No fim da câmara, jazia um sarcófago. Jethro caminha até ele, sentindo que estava sendo chamado. Ao tocar a superfície do caixão, uma misteriosa luz inundou seu corpo. Os outros membros da equipe de escavação observaram atônitos a cena.
- O senhor está bem, Doutor? O que houve? - dizia o assistente se aproximando do Dr. Jethro que ficara em silêncio por uns instantes e, então, soltou uma longa gargalhada.
No momento em que Eyes ergueu suas mãos, um brilho vermelho impregnou toda a câmara, que começou a tremer. Do lado de fora, dois paleontólogos conversavam.
- O que foi isso!? Aquilo era um castelo!? - disse o homem assustado.
[...]
- Pai, porque o senhor enviou Kallar para matar aqueles humanos? Não era necessário.
- O que está procurando, Doutora? – indagava um dos assistentes.
- Uma forma de contactar ele, chegou a hora.
- Isso é sério, doutora? – o assistente pergunta novamente.
- Infelizmente...
Enquanto isso, no secreto Clã Mushi, Lina saltava do alto de uma arvore pra cima do Sensei. Ela atirava Shurikens contra seu mestre que simplesmente desviava de todas com facilidade. Em seguida, Naru vinha correndo pronta para ataca-lo, mas o sensei desvia dos golpes e a imobiliza no chão.
- Mushi Ninpou: Técnica da Raiz! – dizia Yuu que tocava o chão.
Uma raiz de arvore se solta do solo abaixo do rapaz e vai pra cima de seu mestre que com dois movimentos muito rápidos corta a raiz e então aparece nas costas do rapaz o atingindo com apenas o dedo indicador.
- Foi uma boa estratégia, mas vai precisar de muito mais do que isso pra me pegar. – dizia o mestre se encostando em uma árvore e retirando um livro para ler.
- Te peguei! – dizia Hironobu que estava camuflado na arvore e o agarrava desprevenido.
- Será mesmo? – diz o mestre se tornando um tronco no mesmo instante. Em seguida, ele aparece atrás do ninja verde e lhe leva uma kunai ao seu pescoço.
Hironobu não diz nada, apenas esboça uma feição de decepção consigo mesmo. Sensei Mushi o solta e ele se junta aos outros 3 que estavam cansados.
-Isso não é justo! – dizia Lina – Por mais que treinemos, nunca vamos conseguir derrotar o sensei!
- Com esse pensamento de derrotada, nunca conseguirá mesmo. – diz Yuu cruzando os braços e a olhando por baixo, apesar de ambos terem a mesma estatura.
- Ainda somos muito fracos, nos perdoe, sensei. – dizia Naru abaixando a cabeça em reverencia.
- Não se lamente, Naru. – dizia o Sensei – Vocês já alcançaram um nível surpreendente. Até pouco tempo atrás, mal conseguiam me tocar. Continuem treinando e...
Enquanto o sensei iria continuar sua orientação, um barulho de explosão e gritos viam do outro lado da escola ninja. Sensei Mushi e os quatro correm para ver o que acontecia e se deparam com um ataque eminente contra os outros alunos. As terríveis criaturas Kallar seguravam um dos alunos enquanto outros estavam caídos, mortos no chão.
- Mas, o que é isso? – indagava Yuu assustado.
- Parece algum tipo de Besta. – comentava Hironobu ajeitando os óculos no rosto.
- Acho que vou vomitar... – dizia Lina que era socorrida por Naru.
- Kallars... – dizia o sensei como se ignorasse a presença dos seus alunos. Ele sente um estalo e de repente se vira para eles. – Vocês precisam sair daqui. – o mestre do clã Mushi – O quanto antes!
- Sensei, você sabe quem são eles? – questiona Yuu.
- São os Kallars, uns demônios terríveis que um dia causaram caos e terror na Terra. Se eles estão aqui, então... Isso quer dizer que... – o sensei Mushi voltava a se perder em pensamentos.
- Demônios? – diz Hironobu intrigado – Fascinante!
O sensei olha para os demônios e então parte pra cima deles. Ele corria com uma katana em suas mãos, passando ela em alguns monstros. Os Kallars gritavam de dor ainda que continuavam, eles se viram para o sensei e os ataca. Os 4 pupilos observavam tudo aquilo muito confusos.
- Naru-chan, o que está acontecendo? – perguntava Lina.
- Eu não sei, não faço ideia. – ela respondia.
- O que vamos fazer? – Hironobu olhava para Yuu como se esperasse um pronunciamento.
Yuu não conseguia dizer nada, ele apenas olhava seu mestre sendo cercado por vários Kallars. Uma aflição lhe batia. Ele olha rapidamente para o chão em volta, seus amigos, companheiros ninjas de uma vida toda caídos, derrotados e mortos. Ele não aguentava olhar aquilo e não fazer nada, ele precisava se vingar, honrá-los.
- Já chega... – o rapaz cerrava os punhos – Eu não posso aceitar isso! Não sei o que vão fazer, mas eu vou lutar. Eu vou ajudar o sensei. – ele olha para os amigos ali – Vocês estão comigo?
- Não sei o que está acontecendo... – dizia Naru – Mas eu não consigo olhar pra isso e não fazer nada. Eu vou lutar também.
- Não sei se é o mais inteligente a se fazer, mas estou com vocês. – respondia Hironobu.
- N-Não! – dizia Lina tremendo – Não consigo!
Lina se abaixa levando a mão à cabeça. Os outros se compadecem, era realmente assustador, eles apenas sentiam que precisavam fazer algo. Não podiam deixar seu mestre morrer ali. Os nossos ninjas partem pra cima dos soldados puxando katanas também e se juntam ao sensei.
- O que estão fazendo aqui?! – dizia o Sensei – Eu falei para fugirem daqui!
- E o senhor acha mesmo que conseguiríamos? – indagava Yuu o olhando – Jamais!
- O senhor é o nosso sensei, nosso mentor. – dizia Hironobu.
- ... Pai. – dizia Naru o olhando e sorrindo por baixo da máscara que cobria sua boca.
- Pessoal... – Sensei Mushi se via emocionado com a fidelidade e o carinho dos seus alunos. – Muito bem! Preparem-se, esse é o momento em que utilizarão todo o meu ensinamento, estão prontos?!
- Sim, sensei! – dizem os três em uníssono.
Os Kallars partem pra cima dos 3 ninjas e seu sensei que somem dando lugar a troncos de madeira. Os soldados se viram como se procurassem por eles que aparecem mais atrás com as cabeças cobertas pelos capuzes.
- Estamos aqui, seus cães! – diz o sensei.
Os Kallars partem pra cima deles que dão estrelinhas se espalhando. Yuu dava mortais pra trás até que para em pose ninja.
- Mushi Ninpou: Técnica da Raiz! – ele se concentra até que algumas raízes se soltam do solo e seguram os braços dos monstros. Em seguida, ele puxa sua Katana e desfere golpes que os cortam.
Hironobu e Naru saltam pra trás em meio às árvores.
- Mushi Ninpou: Efeito Camaleão! – dizem os dois juntos desaparecendo em seguida.
Os Kallars que os seguiam se viam perdidos quando de repente são atacados de um lado e depois de outro. Os monstros são atacados novamente e jogados pra trás. Os dois ninjas reaparecem e se cumprimentam.
- Mushi Ninpou: Rajada de Fogo! – diz Sensei Mushi concentrando toda a chamas em seus dedos e lançando uma poderosa labareda de fogo contra os inimigos.
Ele estava para ser atacado por trás quando dois Kallars são atingidos por duas ninjas de amarelo. Uma delas desaparece como uma fumaça enquanto a outra se aproxima do sensei.
- Sensei! – dizia Lina. – O senhor está bem? Me desculpe.
- Lhe desculpar? Pelo que? – ele questiona. – Você me salvou. Obrigado.
- Eu fraquejei. – ela disse – Tive medo.
- Ter medo não é ruim, Lina. – ele dizia – Isso nos ajuda a criar coragem para enfrenta-los. Tenha sempre medo.
- Sensei... – ela o olhava com admiração.
Os outros se juntam a eles, respirando aliviados. Eles ainda não podiam acreditar no que havia acontecido ali. Yuu também estava intrigado com algo.
- Sensei, como você sabe quem eram esses monstros? – ele questiona. – O que está acontecendo aqui?
-Sim, eu sei que devo explicações a vocês. – ele dizia. – Mas primeiro, nós temos que encontrar um amigo meu. Um cientista.
-Cientista? – diz Hironobu ficando interessado.
- Exato, Yasuhiko. Dr.Jethro, ele vem me ajudado este tempo todo para esse momento. Nós...
Antes que pudesse completar, eles são atingidos por um golpe poderoso que causa uma forte explosão. O dojo do clã estava em chamas e o sensei se aproximava deles novamente, agora ferido.
- E-Estão todos bem?!
- S-Sim... – respondia Yuu tossindo devido a fumaça do fogo.
Os outros também respondiam. Eles se ajudavam a levantar quando se deparam com mais Kallars que eram empurrados por um ser de corpo vermelho coberto por uma couraça negra cheia de espinhos.
- Vocês precisam ir. – diz o sensei sem tirar os olhos do novo inimigo. – Precisam encontrar o Dr.Jethro, expliquem que são meus alunos, ele vai saber contar tudo o que está acontecendo pra vocês e vai saber o que fazer. – Sensei Mushi olha para os seus quatro pupilos e olha em seguida para Yuu – Eu confio em vocês.
- Mas, sensei...! – ia dizendo Lina ao ser interrompida por Yuu.
- Pessoal, vamos! – ele diz sem tirar os olhos do seu mestre. – É uma missão ninja! Nossa primeira missão!
Lina não gosta nada daquilo. Ela não queria deixar seu mestre, mas os outros saem de lá a arrastando. O sensei se vira novamente para o vilão e os Kallars à sua frente.
- Então você é o decendente de Saag, huh? – dizia o vilão. – Criou um dojô de ninjas, quem iria imaginar... Vamos, você sabe porque estou aqui.
- É, eu sei. – diz o sensei – Mas não vou permitir que fique com aquilo.
- Oh... Temos um valentão aqui! – diz o vilão olhando para os Kallars que emitiam sons semelhantes a risadas. – E o que um simples humano pode fazer contra mim?!
- Com isso aqui... – ele levanta o pulso. Nele, havia um objeto estranho, não era um relógio, nem mesmo uma simples pulseira. -... Muita coisa! Sly Change!
Sensei Mushi aciona o objeto em seu pulso e então é envolvido por uma energia alaranjada. Seu corpo é revestido por um uniforme laranja que lembrava um quimono ninja. Uma faixa preta passa pela cintura do Sensei e se amarra sozinha. Em seguida, a imagem de um besouro surge passando pelo corpo do sensei, fazendo um capacete cobrir sua cabeça. O visor se fecha no que uma placa dourada na forma dos chifres de um caucasus se materializa acima assim como duas ombreiras surgem revestindo o uniforme.
- MushiMaster! – diz ele jogando a perna direita pra cima como se desse um chute e parando em pose de batalha. Ele leva as mãos à frente e as para segurando uma na outra, com o dedo indicador esquerdo levantado – Kenzan!
- Isso não fará diferença alguma! – diz o vilão – Soldados, cresçam!!!
Os Kallars começam a se aglomerar diante de MushiMaster. Aos poucos eles vão tomando uma nova forma e se tornando uma criatura gigantesca. Ainda se assemelhava a um cachorro, porém, sua pele agora era mais acinzentada. Diversos olhos no peitoral, assim como nos peitos das mãos, no rosto e na testa. A criatura terminava de destruir o dojô. O misterioso vilão desaparece, deixando MushiMaster com um problema enorme.
- Não vou deixar! – ele dizia – Mushi Ninpou: Grande Caucasus!
O herói ninja utiliza uma técnica que o faz ficar gigante também. Ele aumenta até ficar na altura do monstro gigante e então ele parte pra cima do vilão o atacando. O monstro se solta e ataca Mushi Master em troca. Eles trocavam socos e chutes. Não muito longe dali, os discípulos do Sensei Mushi corriam, as montanhas os impediam de ver a luta. Eles finalmente param, recuperando o folego.
- Precisamos ajudar o sensei! – dizia Lina querendo voltar.
- Lina, nós não temos a menor chance do jeito em que estamos. – diz Hironobu. – Eu também quero ajudar o sensei, mas é impossível dessa forma.
- Nós precisamos cumprir a missão que nos foi dada. – dizia Naru. – É o que o sensei iria querer.
- Naru tem razão. – dizia Yuu. – Ele está confiando em nós, é a única forma de o ajudarmos agora.
Eles estavam discutindo como fariam para encontrar o cientista que o mestre deles havia mencionado quando escutam um barulho de motor se aproximar. Seguindo o som, eles logo avistam um jipe se aproximar e parar diante deles. Um homem que devia ter mais ou menos a idade de seu mestre abre a porta e sai de dentro. Ele usava um jaleco branco e uma roupa social.
- Calma! Calma! – dizia o homem ao vê-los se armarem. – Eu vim aqui ajuda-los.
- E quem é você? – indagava Yuu.
- Oh, sim, claro! – o homem ajeitava o jaleco e esticava as mãos. – Eu me chamo Simas.
つづく...


Soya! Preparem suas shurikens! Afiem suas Katanas! Nossa próxima missão é...

Após a derrota do clã Mushi, Yuu, Hironobu, Naru e Lina são enviados para Tóquio atrás de um antigo amigo de MushiMaster: Dr.Simas. Enquanto isso, nos é apresentado o filho do Imperador Vector, o Príncipe Eyes e os nossos heróis discutem sobre ir atrás de um quinto membro, fora do seu agora reduzido clã. 
Layer 01 – Encounters.

Yuu: 


Lina: 


Naru: 


Hironobu: 


Sensei Mushi: 

Dr.Jethro: 

Dra.Marie: 

Príncipe Eyes: 

Soldados Kallar: 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Review Black Kamen Rider e Shadow Moon S.H. Figuarts

_____________________________________________________________Por Aaron Espíndola
Fala galera do Planet Satsus, após o review produzido por mim aqui no blog sobre a Battle Hopper, não poderia deixar vocês sem resenha do Shadow Moon e do Black S.H. Figuarts Bandai.


Esses figures são bem detalhados, possuem aproximadamente 15 cm de altura, e tem inúmeras articulações, o melhor de tudo que o preço de ambos no mercado não é nenhum absurdo, inclusive estão mais em conta que as motocicletas, e também uma boa alternativa econômica se comparar aos caríssimos  Medicom.


Acompanha o Black Kamen Rider 4 pares de mãos e o Shadow Moon vem com a espada Sabre Satã. Portanto é só usar a criatividade para escolher a pose do personagem, apenas leve em consideração que nem sempre é tão fácil mante-lo em pé (ás vezes da um trabalhinho hehe), mas se quiser mais alternativas você pode adquirir separadamente as bases de apoio proporcionais aos SHF.


Meu ponto negativo se destina a figure do Black, as suas antenas são EXTREMAMENTE FRÁGEIS, então qualquer resvalo pode ser o suficiente para quebra-lá ao meio, pois ela possui um ponto de articulação bem no meio, a qual achei totalmente desnecessário, eu tive a infelicidade de quebrar uma das antenas do meu figure, reparei com Super Bonder e passa despercebido. Recomendo o máximo de delicadeza na hora de manusear.


Tanto o Black quanto o Shadow Moon possuem duas versões, a 1.0 e 2.0, observo uma dúvida recorrente nas pessoas de saber qual a diferença entre elas, vou adiantando que no Shadow Moon as diferenças são minímas, agora no Black elas são gritantes! Primeiro que o corpo do 1.0 é muito robusto o deixando meio desproporcional, além do que é muito brilhoso, as articulações são um marrom escuro que acaba deixando muito diferente do Black da série, o Kingstone do 2.0 é mais bonito e luminoso, na verdade o único ponto de vantagem da versão anterior é ter uma antena mais resistente, mas em contrapartida o jeito que ela foi encaixada no personagem não ficou dos melhores. Aliás não posso deixar de mencionar que apenas as versões 2.0 são compatíveis as motocicletas, pois a versão anterior não tem pares de mãos compatíveis.


Eu recomendo para quem é fã que adquira em sua coleção esses figures, eu particularmente sinto uma sensação de nostalgia em manusear as posições dos bonecos, deixando em poses iguais aos da série. Agradeço a todos pela leitura, quem tiver dúvidas, sugestões ou até mesmo críticas, só deixar seu comentário logo abaixo.



   





domingo, 12 de fevereiro de 2017

Radio Tokumusic Especial - Super Hero Spirits Ao vivo.


Fala galerinha do Planet Satsus. Adivinha quem está de volta. Isso mesmo. Estamos de volta com a Radio Tokumusic Planet Satsus em uma edição especial. Super Hero Spirits - Ao Vivo.

Infelizmente nesta edição não temos a presença do nosso DJ Willian Shimaru, que por motivos de trabalho, não pode estar conosco. Mas todos esperamos que ele regresse o mais rápido possível para nossa Radio. Enquanto isso, eu vou comandando a nossa Play List em forma de Radio trazendo as melhores tokumusic pra você. Do clássico ao atual, dos Ultras ao sentais e sempre dentro de cada programação grandes novidades.

Então não perca mais tempo. De o play na Radio Tokumusic Planet Satsus e embarque com a gente nessa viagem.

Uma Parceria Planet Satsus e Grupo Fãs de Séries Japonesas.

Radio Tokumusic Planet Satsus, a Radio que toca no seu coração.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Doubutsu Sentai Zyuohger - Série Boa ou Série Ótima?


Fala galerinha do Planet Satsus. Como vão?

Vamos falar dessa vez da série Doubutsu Sentai Zyuohger, que chegou a seu final na última semana. Lembrando sempre: Este é mais um post produzido com base na minha opinião, ou seja, você pode concordar ou não e podemos debater de forma civilizada nos comentários.

Zyuohger entra em cena para substituir a sua antecessora Shuriken Sentai Nininger, sobre a qual não opinarei pois não assisti até o fim (Só aguentei até o episódio 8 e parei).

A série em questão, Zyuohger, no ano de 2016 vem com o intuito de comemorar 40 anos da franquia mais colorida do mundo, porém, começa morna e despretensiosa, trazendo os mesmos estilos de integrantes de sempre, o esquentadinho, o inteligente e estrategista, das meninas a forte fisicamente e a doce ingênua(ou não), trazendo uma variação apenas no Red.

A história traz dois mundos, Zyuoland e a Terra. Em Zyuohland, os Zyuohumanos vivem em paz e harmonia até que um dia, um humano, Yamato Kazakiri, acaba indo parar lá conhecendo quatro dos Zyuohumanos: Sela, Leo, Amu e Tusk, respectivamente Zyuoh Shark, Zyuoh Lion, Zyuoh Tiger e Zyuoh Elephant.

Depois desse encontro, Yamato que viria a se tornar Zyouh Eagle, volta a terra com a ajuda dos quatro Zyuohumanos, porém eles acabam ficando presos aqui e a história se desenrola na tentativa de fazer com que os quatro Zyuohumanos possam voltar a sua terra de origem.

Pois bem, a série tem essa premissa, que acaba se perdendo cedo demais, em poucos episódios, quando surge a chance dos quatro voltarem para sua terra, eles se recusam a isso em nome da amizade, para salvar Yamato que lutava sozinho contra um dos inimigos enviados por Deathgaliens, e a partir daí eles decidem derrotar os inimigos primeiro antes de voltarem para casa.

De uma forma bem estranha, a série tem muitos, mas muitos altos e baixos. Isso não seria um problema, se os altos não fossem tão altos e os baixos não fossem tão baixos. Em um episódio, você tem climax lá em cima, coisas importantes acontecem, personagens são desenvolvidos de forma esplendorosa, e em seguida você tem o grupo lutando por exemplo contra um monstro que gosta de roubar calças. Não que isso seja um problema, mas na minha opinião a série acaba perdendo um pouco de ritmo nos acontecimentos (Isso não é um problema exclusivo de Zyuohger, várias séries sentais trazem o mesmo problema).

Os inimigos em si, em muito poucos, (mas pouco mesmo) momentos representam algum perigo válido para os heróis.



A entrada de Zyuo The Word, ameaça quebrar esse ritmo “vai não vai” de altos e baixos trazendo um personagem forte, poderoso, e significativo pra história, com um Background bem interessante. Zyuo The Word(Missao), foi criado com a morte de três Zyuohumanos e as células do mestre Gênesis. Com isso, se imagina que ele teria uma jornada excepcional e diferenciada de tudo que já vimos em questão de sexto membro dos super sentais. O conflito de ter conseguido seus poderes através da morte de três inocentes e tudo mais….só que não.

O que eu curti na série, foi uma frase dita por Yamato, quase sem muita importância, a não ser para linká-lo a personagem de sua mãe já falecida, fazer toda a diferença no fim da série.

Todos nós estamos conectados de alguma forma”.

Essa pequena frase no fim das contas, resume todo o contexto da série.

As cenas de ação e as lutas são bem executadas e não deixam a desejar a outras séries. A trilha sonora, tanto de abertura quanto de encerramento, segue a ótima qualidade das de Shuriken Sentai Nininger. O CG, que é algo que me incomoda demais, não incomoda tanto como em Gao Ranger e Horricanger.

Com tudo isso, Doubutsu Sentai Zyuohger acaba sendo uma série boa, mas arranha muito a parede entre o bom e o ótimo, abre alguns buracos, mas não derruba. Sendo assim, na minha opinião, é uma série que comemora os 40 anos da franquia mas traz poucas coisas importantes a altura dessa comemoração dentro dela, por que passa a maior parte do tempo tentando se sustentar.  Nos filmes e especiais Web, esse ponto é bem mais abordado.

Se você assistiu a série e tem uma outra visão da série Zyuohger(ou não), por favor, deixe seu comentário.

Bom, então ficamos por aqui com mais este texto!

Fiquem com Deus e até a próxima!

domingo, 22 de janeiro de 2017

[Cybercop Fanfic] Missão em Bergamo (Prequel do futuro projeto "O foguete da morte", com Andrey Kusanagi (AkaRed)) - Capítulo 1


O voo de Palermo para Bergamo levou uma hora e 45 minutos, tempo suficiente para que Michele praticasse como teria de agir sob disfarce. Sendo naturalmente siciliano, não era muito difícil forçar um pouco o sotaque para parecer mais humilde. Além do mais, era essencial que já chegasse à cidade dentro do personagem, afinal os contrabandistas poderiam utilizar qualquer rota de entrada – inclusive o próprio Aeroporto Internacional Orio Al Serio, onde o voo 4028 da Alitalia descia naquele momento – , e o menor descuido poderia ser fatal. Claro que algumas pessoas poderiam suspeitar de um pobretão viajando de avião, mas para isso Michele tinha a resposta na ponta da língua: bastava dizer que trabalhou duro por alguns anos até juntar dinheiro para um lugar na classe econômica.
                Não demorou muito até encontrar um motorista com a placa mostrando seu nome falso. Michele sentia-se grato (ou talvez com sorte) de receber uma identidade que tinha o mesmo prenome com o qual fora batizado. Pois isso lhe pouparia de uma boa dose de confusão por atender pelo nome “errado”. Ele seguiu o homem, um sujeito de meia idade e com um grosso bigode, até seu carro, do lado de fora, e partiram em direção à Cidade Alta, onde vivia Gianni Gemma, o contato do ZAC na cidade. O pouco que Michele viu de Bergamo pelo caminho lhe deu a impressão de ser uma cidade modesta, mas não por isso desinteressante. Especialmente quando o automóvel vinha subindo pela Via della Fara, de onde podia ter uma visão privilegiada da cidade pelo vidro do passageiro, cercada por colinas verdes que se estendiam até onde a vista podia alcançar; e depois, entrando pela Via San Lorenzo, com suas casas de arquitetura medieval e ruas estreitas pavimentadas com paralelepípedos, que davam à cidade um charme inconfundivelmente mediterrâneo.
                Por fim, o carro entrou em uma das ruelas próximas à Piazza Vecchia até parar diante de uma modesta barbearia, cujo dono saiu prontamente enquanto Michele retirava sua bagagem do porta-malas...
– Michele Cannarita?
– Eu mesmo – respondeu o oficial, já demonstrando segurança suficiente para atender por outro nome. – Signore Gianni Gemma?
– Exatamente. Bom lhe conhecer, rapaz – respondeu o barbeiro, oferecendo uma gorjeta ao motorista. Entraram no estabelecimento assim que o carro fez a primeira curva à sua frente.
– E então, signore Cannarita? Fez boa viagem? – perguntou Gianni, dando ênfase ao pseudônimo como se quisesse provocar Michele, ainda que de maneira amistosa. Sabendo quem ele realmente era, imaginou que podia se dar ao luxo de fazê-lo.
– Sim, senhor. Pra ser sincero, só ainda me sinto um pouco desconfortável...
– Entendo. Deve ser irritante manter a barba assim, não é? – Gianni ia mantendo a conversa enquanto se dirigiam à sua residência, nos fundos do estabelecimento – Como alguém que cuida desses detalhes há anos, tenho autoridade para falar sobre isso.
– Pois é... – Michele deu um risinho um tanto nervoso – Mas vou ter que aguentar o quanto puder, não é?
– Verdade. Mas devo dizer que o seu porte físico ajuda muito. Você não é parrudo como se espera de um homem da Sicília, mas tem uma ótima musculatura. Pelo jeito, o treinamento do ZAC lhe serviu bem. Fique à vontade.
– Obrigado, senhor... Mas podemos ir ao assunto? – perguntou, sentando-se no sofá da sala, enquanto Gianni fechava a porta atrás de si após entrarem na casa.
– Você é direto, meu jovem. Gosto disso – disse o barbeiro, enquanto ia em direção à cozinha para pegar um copo de vinho, sem parar de falar – A questão é a seguinte: como você já deve ter sido informado, nossa cidade tem servido como um entreposto para o contrabando de diversos produtos, desde eletrônicos até armamentos...
– Sim, senhor. Recebi o dossiê do Capitão Koscina com as informações necessárias.
– Certo. E a polícia está tendo problemas em descobrir por onde esses produtos passam. Aparentemente, esses traficantes são muito bons em limpar seus rastros, de forma que mesmo quando a polícia recebe denúncias, não encontra nada ao chegar. Você deve imaginar que isso tem dado um nó na cabeça dos investigadores e emperrado o trabalho da lei. Vinho?
– Não, obrigado. Eu não bebo.
– Tudo bem. Mas voltando: a única coisa que se pode pelo menos deduzir – Gianni sorveu um gole de seu vinho antes de continuar – é que tem gente graúda envolvida nessa história. Afinal, esse tipo de operação é meticulosa demais para ser conduzida por uma quadrilha de pés-rapados qualquer, concorda comigo? Gente da alta roda. Do tipo que acha que tem a lei no bolso porque pode pagar. E é aí que você entra.
– Vou ter que arrumar emprego trabalhando na casa de um desses grã-finos suspeitos, estou certo?
– Você entende rápido. Na verdade, já temos até um nome para você investigar: Agnello Lampugnani.
– Um dos mais poderosos magnatas do país...
– E desta cidade, o maior deles. Talvez até, nesta região, ele só perca para os donos das multinacionais de Milão. Para nossa conveniência, recentemente ele mandou publicar uma vaga procurando empregado do sexo masculino em sua mansão aqui mesmo em Bergamo.
– Posso procurá-lo agora mesmo, então?
– Não, o anúncio diz que é preciso ligar e marcar hora para a entrevista. Sabe como esses figurões são, sempre tão ocupados... Por bem ou por mal.
Antes que pudessem continuar a conversa, a porta se abriu, e por ela entrou uma bela jovem loira, de olhos verde-claros, carregando alguns livros e cadernos na mão.
– Cheguei, papà – disse ela, imediatamente se dirigindo a Gianni para lhe dar um abraço. A visão de Michele voltou-se toda sobre ela. Já havia visto muitas garotas bonitas na vida, mas dessa vez era diferente. Sentia-se um tanto desconcertado. A imagem da moça parecia luzir diante de seus olhos e tocar-lhe bem no íntimo, como se os parâmetros de formosura que conhecesse passassem a se dividir entre antes e depois dela. Se pudesse, a admiraria para sempre.
Ou pelo menos, assim o fez até que a voz de Gianni o tirou de seu estupor.
– Michele, esta é minha filha Giulietta...
– Eh... Molto piacere – respondeu ele, levantando-se e cumprimentando a moça, ao mesmo tempo em que inconscientemente torcia para que não tivessem percebido a forma com que a olhara.
- Igualmente – sorriu a moça sem parecer ter notado o olhar dele.
Gianni também pareceu nada perceber, pois disse em seguida: - Giulietta, largue suas coisas e vá ajudar sua mãe com o jantar. Provavelmente vamos ter mais um na mesa hoje.
- Certo – respondeu ela para depois acenar em despedida e sair do recinto, deixando os dois homens novamente a sós.
- Então, voltando ao nosso assunto, então eu ligo e marco um horário e com sorte, ele me contrata. E a partir daí, eu investigo – Michele mantinha a concentração a muito custo desde ter visto a moça.
- É basicamente isso. Só que você precisa ser o máximo de discreto possível. Não permita que ninguém saiba sua identidade verdadeira mesmo que a pessoa seja da sua total confiança. Se bem que, considerando a situação descrita, confiar em alguém nesse caso pode ser um erro crasso. O sucesso da missão depende da sua interpretação ser o mais convincente possível – disse Gemma sério.
- Isso o capitão deixou muito bem reforçado. Eu até me assustei com o modo como ele falou – Michele viu-se repensando na conversa com o pai de criação sobre a missão.
Gemma não sabia se devia dizer aquilo, mas achou uma boa ideia não mentir: - A filha dele, Medea, mora aqui. Ela é pintora e fotógrafa. E a relação dela com o Italo está longe de ser das melhores. Não sei o que ela faria se soubesse de você. Não que ela vá saber, de qualquer modo, mas, preferi não omitir nada.
- Prefiro assim – respondeu ele tentando esconder o espanto pelo que agora sabia.
- Achei que era meu dever dizer a verdade – respondeu Gianni ao que Michele enfim ligou para a o número no anúncio.
Uma voz feminina veio do outro lado da linha: - Katrina Lampugnani falando.
- Boa tarde, senhora. Acabei de ler o anúncio que seu marido colocou no jornal. Quando posso ser entrevistado? – perguntou ele do modo mais simples que podia usar.
- Se você quiser vir agora à tarde, não me incomodo – respondeu ela um tanto surpresa com a ligação inesperada. O marido não tinha gostado de nenhum dos quatro entrevistados anteriores.
- Me dá uns minutos que me ajeito e vou aí pra conversarmos – respondeu Michele com sua falsa fala simples.
Katrina suspirou baixinho ao perceber que a pessoa do outro lado da linha era com certeza um daqueles pobretões que provavelmente só iria tentar a vaga pelo excelente salário. Agnello exigia alguém capaz de substituir o empregado que iria se aposentar e voltar à cidade natal. A mulher, no entanto, aceitou recebê-lo para uma entrevista. Não custaria nada falar com ele e pelo menos agradecer-lhe por procurá-la.
Andreatti, com os falsos documentos, despediu-se de Gianni, que lhe desejou sorte. Não demorou sequer dez minutos até a mansão depois de ter conseguido logo de cara uma condução. Foi educadamente recebido por uma das criadas, Gina: - Boa tarde. Deseja falar com a patroa?
- Sim, se ela estiver disponível – disse ela chamando a outra criada para avisar dona Katrina da chegada do possível novo servo. Ele não era lá grande coisa, mas com um ensinamento considerável, quem sabe. Se bem que ele até era bonitinho se desse um trato naquele visual.
Minutos depois, a outra criada, de nome Agustina, disse: - Pode entrar, ela está esperando.
Ele não demorou muito a notar a expressão seriamente franzida da moça, que nada dissera possivelmente por respeito ou para não se complicar por ter a língua comprida. Michele viu-se odiando o departamento de disfarces, mas segurou a custo a zanga na face. Se tinha de ser um empregado um tanto mal ajambrado, que assim fosse.
Enfim, entrou no que claramente era uma bem equipada sala de ginástica, onde uma mulher exercitava-se no que parecia um simulador de corrida. Parou ao ver o rapaz entrando na sala. Tentou conter um sorriso, mas não pôde:
- Boa tarde.
- Boa tarde – replicou ele polidamente. Talvez um pouco demais para um simples servo, mas, boa educação independia de classe social.
- Você é a pessoa que me ligou. Me esqueci de perguntar seu nome, dada minha surpresa com seu telefonema – respondeu ela olhando-o com atenção.
- Michele Cannarita – respondeu ele com alguma timidez. Fingida.
- Siciliano, eu imagino – disse Katrina notando que talvez ele atendesse às exigências do marido.
- Sim, nasci mais ao norte, quase no litoral – respondeu ele sorrindo com timidez quase matreira.
- O que sabe fazer? – perguntou a rica mulher saindo do aparelho.
- O que a senhora precisar que eu faça, farei sem fazer perguntas – respondeu ele educadamente.
- Essencialmente, preciso de um novo mordomo, já que o meu irá se aposentar dentro de dois meses. Ele vai voltar para o interior intencionando passar mais tempo com a neta que acabou de nascer e com os outros que estão crescendo – respondeu ela com um sorriso e Michele viu-se dizendo: - Mas se precisar que eu faça outros trabalhos, apenas diga que farei com rapidez.
- Mesmo? – perguntou ela um tantinho surpresa.
- Se a senhora me perdoa o comentário, o seu jardim parece um pouco murcho – Michele comentou mesmo sabendo que poderia se arrepender disso.
- Nenhum dos jardineiros que contratei conseguiu resolver o problema das minhas flores não crescerem. E eu paguei uma nota por cada serviço. Você acha que pode? – perguntou ela em sincero tom de desafio. Katrina não imaginava, mas Andreatti adorava desafios.
- Se a senhora aceitar os meus serviços, certamente poderei – respondeu ele sorrindo.
- Bem, me ajude. Pegue meu roupão – disse a mulher descalçando os tênis.
- Sim, senhora – respondeu Michele andando um tanto rápido até o local onde estava o que parecia ser um tecido dourado. Pegou-o delicadamente e levou-o cuidadosamente até ela, que olhou de soslaio: - Por que o receio?
- Temo estragar algo tão caro com minhas mãos tão calejadas. É um tecido tão bonito – respondeu o rapaz timidamente.
Katrina riu: - Acho que você definitivamente fica. Parece ser alguém cuidadoso e bastante competente. Claro que vai precisar ser ensinado a se portar com a classe que um mordomo deve ter, mas isso certamente você aprende rápido.
- Sim, senhora – disse ele feliz por ser aceito. E sabendo que a partir dali sua missão começava.
Agnello Lampugnani, o marido, não demorou a chegar. Os empregados, estando com suas tarefas, não puderam ajudá-lo, mas Michele podia, mesmo não tendo ainda se mudado para a casa. Habilmente carregou as armas de caça do “patrão”, que comentou ter pego faisões e coelhos, que as empregadas prontamente pegaram logo que puderam descer. O policial andou devagar, pois até para ele o peso era demais.
O homem, por sua vez, não parecia feliz com a presença dele, mas a iniciativa rápida começou a impressioná-lo positivamente. Ainda sim, porém, disse: - Ele parece competente, mas ainda sim deve passar por um exame médico. O novo mordomo tem que ser saudável e com iniciativa. Uma coisa não vive sem a outra.
“Sei”, pensou Andreatti segurando com força a vontade de revirar os olhos porque conhecia muita gente saudável que não movia uma única palha. Guardou cuidadosamente cada arma no local indicado pelo dono da casa, mas teve o cuidado de não mostrar que sabia realmente como fazer aquilo, razão pela qual demorou um bocado. No entanto, Achille olhou impressionado e comentou com a esposa: - Ao menos ele tem o bom senso de ser o mais organizado possível. Mas ainda precisa de um bom trato. Olha esse visual. Não parece digno de um mordomo de classe alta.
Michele sorriu disfarçando o sangue que inesperadamente subia-lhe pelas faces por conta da raiva ouvindo aquele comentário. Agnello era claramente um daqueles ricaços que prezava demais a classe, mas pelo jeito deixava o real bom caráter de lado. Esperou sinceramente não ser assim porque já conhecera gente demais daquele tipo e suas experiências nunca tinham sido menos que as piores possíveis. Perguntou ainda disfarçando: - Estou contratado?
- Gostei do que vi. Proativo, competente, organizado. Sim, a partir de hoje você é meu mordomo. Mas... terá de tomar algumas aulas com o Ettore para melhorar sua postura e seus modos. Ainda está verde demais, mas estou certo de que com um bom ensinamento intensivo, poderá substitui-lo – disse Agnello sorrindo para depois continuar: - Vá ao consultório do Dr. Pezzolato e faça alguns exames. E aproveite para trazer suas coisas. Ficará no alojamento dos criados.
Michele teve de conter a animação ainda maior que se apoderou dele quando se viu empregado na casa e agradeceu com um sorriso tão grande que Agnello não pôde deixar de comentar: - Você tem dentes bem cuidados e um tanto perfeitos. Demais até. Uma surpresa considerando sua condição.
Andreatti arrependeu-se seriamente do sorriso grande, mas tinha recusado a sugestão de “falsos dentes podres”, pois aí mesmo a tentativa de empregar-se daria estrondosamente errado. Respondeu cordial: - Sempre fui ensinado a ter higiene decente. Não fica bem andar por aí com mau cheiro na boca ou dentes sujos. Ou até mesmo sem tomar banho.
- Tenho de parabenizar seus pais. E também sua genética. Falando sério – respondeu ele para Michele logo pensar que muitos ricos sequer se banhavam direito. Não foram raras as vezes cumprimentando gente dona de um fedor que só por Deus e uma halitose altamente capaz de derrubar um avião. E quis chorar ao se lembrar dos pais já finados, que tão bem o tinham educado mesmo tendo vivido tão pouco.
Katrina, por sua vez, nada dizia. Estava satisfeita com o novo empregado, mas ainda sim curiosa com as outras habilidades que ele dizia ter. Andreatti, agora Cannarita, disse: - Estou dispensado por agora para ir no médico?
- Sim. E relembrando: traga suas coisas. E quando tiver seu primeiro salário, aconselho-o a comprar umas roupas novas. Porque com comida você não vai precisar se preocupar – disse Agnello retirando-se enquanto Michele respirou fundo perguntando-se o quanto iria aguentar alguém tão absurdamente impertinente. Se bem que um visual bem cuidado era um legítimo cartão de visita e causava boa impressão em todo mundo. No entanto, tal coisa podia esconder as piores intenções e o mais sujo caráter. Sendo os mafiosos definitivamente o melhor exemplo.
O rapaz enfim saiu. Passou na casa de Gianni e pegou as malas ainda intactas, para a surpresa do barbeiro:
- Quem imaginaria que você daria sorte logo de cara!
- Causei boa impressão demais, eu acho. Repentinamente estou com medo de alguma coisa dar errado – Andreatti precisou de toda a compostura que tinha para evitar tremer de nervoso.
- Não é como se você não chamasse a atenção em todo o lugar que passa. Acha que desconheço sua fama? – Gemma riu.
- Signore Gemma, por favor, sem esse tipo de comentário. Já não estou me sentindo bem de ter que fazer exames médicos – Michele sabia que seu físico bem treinado não ajudaria muito mais cedo ou mais tarde. Além do fato de médicos serem espertos demais para o bem dele. E sua fama de atrair olhares de meio mundo logo de cara menos ainda iria colaborar. Afinal, ele era na opinião de muitos um homem estupendamente bonito.
- Estava descontraindo – Gianni respondeu rindo.
- Tudo bem. Eu é que estou nervoso. É a primeira vez fazendo uma missão totalmente sozinho embora o senhor seja o informante – Michele pegou a mala e despediu-se, pois não podia demorar-se.
Enfim sozinho, Gemma olhou para o telefone, foi até ele, discou um número e disse enquanto ouvia o sinal de chamada: - A sorte está lançada.
No consultório médico, Andreatti olhava enquanto o médico anotava informações em uma ficha. Olhou-o:
- Nome: Michele Cannarita. Idade: trinta anos. Natural da Sicília. Ocupação: mordomo. Trabalhando na casa do signore Lampugnani. Bem, dispa-se por inteiro. Quero ver sua condição física.
- Certo – respondeu ele nervosamente. O policial seriamente detestava ir aos médicos, pois quase sempre era alvo de comentários envolvendo um detalhe sobre o qual lhe desgostava falar. Pois quase sempre seus amigos homens lhe colocavam apelidos de “garanhão”, coisa que ele odiava. Embora as parceiras não exatamente se importassem. Ele até não ficava infeliz com isso desde que sua parceira não espalhasse a história pelos quatro cantos da cidade. Pois ele detestava fofocas.
Despiu-se um tanto devagar. Ficou totalmente nu em três minutos. O médico careca espantou-se ao olhá-lo e o rapaz conteve a vontade de implorar para sair dali: - Dio mio. Não achei que encontraria um caso como o seu. E tenho de admitir que você tem um porte físico bem menos parrudo do que imaginei. Na sua terra os homens costumam ser mais corpulentos, não é?
- Sim, é verdade. Mas eu sempre fui mais “magrinho” e ajuda que sempre tive tendência a ser desse jeito ou como o seu Agnello disse quando me viu, genética – respondeu Michele nervoso até não poder mais. Quase deixou escapar fala culta, mas conteve-se.
- No seu caso a genética foi muito generosa. Até seus dentes são perfeitos. Você nunca usou aparelho nem nada? – o médico espantava-se com a figura diante dele. E a enfermeira no outro lado do vidro tinha o queixo quase no chão. “Inacreditável. Isso aí não é um homem. Isso é um deus grego”, pensou ela passando levemente a língua pelos lábios e olhando o papel no qual anotara algo às escondidas. De repente, a vida tinha um sabor bem mais interessante.
- E eu lá sei o que é isso? – disse ele rindo e retomando o personagem matreiro.
O médico teve de rir da falsa ignorância do rapaz e logo lhe explicou que um aparelho dentário servia para consertar dentes tortos caso a pessoa os tivesse. Michele conteve uma gargalhada ao lembrar-se da quantia de ricos romanos que tinham os dentes mais feios possíveis. E entristeceu-se repentinamente ao se lembrar da maior ainda quantidade de ricaças que mais pareciam bonecas de cera de tanta plástica, silicone nos seios e traseiro ou Botox aparente. Algumas delas com menos de quarenta anos.
- Entendi – sorriu ele para depois ficar bastante tímido olhando para baixo: - Doutor, o senhor se importa de... manter isso em segredo?
- Signore Cannarita, sou um médico sério. Além do mais, se eu fizesse uma coisa dessas, estaria ferindo minha ética profissional – disse o homem olhando-o como se fosse uma criança que havia acabado de falar algo indevido.
- Desculpe, é que... às vezes tenho um pouco de vergonha disso – o policial misturava em si mesmo sua própria personalidade e a do personagem que encarnava.
- Vergonha por quê? Esse seu extra é um simples detalhe genético embora menos de 250 homens mundo afora tenham – respondeu o médico rindo.
- Considerando o que o senhor disse, me parece motivo suficiente pra ficar meio envergonhado. Não é como as pessoas não falassem quando sabem. O povo tem uma língua de matar – respondeu Michele cruzando os braços e perguntando se podia se vestir.
- E você sai por aí mostrando pra todo mundo? – Pezzolato se viu rindo mais ainda e disse que ele podia.
- Não – respondeu ele afinal percebendo que talvez não precisasse se envergonhar, afinal, comentários eram simplesmente... comentários. Cabia a ele não se deixar afetar pelos mesmos embora isso não fosse absolutamente fácil.
Vestiu-se enquanto pensava nisso sem saber, no entanto, que o destino sempre dava um jeito de dificultar ainda mais as coisas.